Na Cooperlimpa, cooperativa que tem apoio da Prefeitura de Diadema-SP, os irmãos Claudinei de Lima e Carlos Alberto produzem mais de 10 mil varais por mês, cada um vendido a pouco menos de R$ 1.
Claudinei de Lima, 42, e seu irmão, Carlos Alberto, 41, costumavam recolher garrafas PET deixadas nas imediações da represa Billings e apoiar-se nelas enquanto pescavam.
Os irmãos perceberam que, mesmo com as intempéries, as garrafas que utilizavam continuavam intactas. Decidiram então aproveitar a resistência do material e utilizá-lo em um novo produto.
Em 2005, criaram uma máquina que transforma as garrafas em cordas para varal. O mecanismo usa peças de máquinas de costura e de lavar. Hoje, na Cooperlimpa, cooperativa que tem apoio da Prefeitura de Diadema, produzem mais de 10 mil varais por mês, cada um vendido a pouco menos de R$ 1.
Os pedidos, no entanto, ultrapassam a capacidade de produção da indústria.
"Já recuperei o dinheiro investido [R$ 20 mil] e agora quero aperfeiçoar o processo", diz Claudinei.
Créditos
A unidade de medida é a tonelada de CO2, que pode ser vendida para instituições como bancos e bolsas internacionais por uma média de R$ 20 cada uma.
Para adequar o processo produtivo e obter certificações, a empresa deve procurar instituições especializadas, como a Social Carbon ou a Brazilian Carbon Bureau.
Para a prática ser rentável, pequenos empreendimentos do mesmo setor devem se unir.
Fontes: Stefano Merlin, diretor da Social Carbon, e Sebrae-SP.
