O sexo frágil não é tão frágil assim, aponta um levantamento da Universidade Federal de São Paulo em parceria com outros institutos de pesquisa sobre uso de drogas e álcool. O Estadão mostra que as mulheres agridem mais seus parceiros durante as brigas conjugais, mas as agressões masculinas são mais violentas. O estudo levou em consideração o efeito do álcool nas brigas, mas as conclusões sobre esse ponto são controversas: a justificativa da substância como motivo para a perda do controle pode mascarar a realidade. Os próprios pesquisadores, porém, ponderam que, para confirmar definitivamente a tendência, é necessário que a pesquisa seja realizada a cada cinco anos.
