Levantamento elaborado por Guilherme Fardin, da Fardin Atuarial, aponta que a maioria dos fundos do Sul destina às bolsas de valores menos de 30% dos seus investimentos.
Se precisassem vender de imediato as ações que compraram, os fundos de pensão do Sul, entidades que concentram reservas de R$ 23,8 bilhões destinadas ao pagamento de aposentadoria para seus associados, perderiam em torno de R$ 1 bilhão. Esta é a diferença entre o valor que pagaram pelos papéis e aquilo que receberiam hoje, em meio ao derretimento do mercado acionário ao redor do mundo. É claro, no entanto, que os fundos - cujos compromissos de desembolso estão concentrados no longo prazo - não venderão suas ações em meio à crise das bolsas.
