Ministro da educação da Argentina defende uma boa formação básica que permita ao aluno se adaptar a um mundo vertiginoso.
Na cúpula do imponente Palácio Sarmiento, edifício-sede do Ministério de Educação da Argentina, uma bandeira branca e azul rasgada lutava para permanecer presa ao mastro e exibir seu sol sorridente. Parecia reveladora da penúria enfrentada pelo titular da pasta, Juan Carlos Tedesco, um intelectual respeitado dentro e fora do país que, indagado por seu entrevistador sobre o que “aquela cadeira” havia ensinado ao ex-professor universitário, confessou: “Esta cadeira me ensinou sobre os limites que a realidade nos impõe. Os recursos sempre são escassos, há um excesso de demandas e é preciso negociar com muitos ao mesmo tempo”.
